“é meu bem.”
Eu tenho cansaços, mas me cabe motivos
infinitos para celebrar as minhas pequenas conquistas. Esse equilíbrio
me liberta pra valorizar essa teimosia diária de querer ser feliz dia
sim e o outro também, “é meu bem.”
Não aprendi a brincar com a dor
do outro. Talvez por saber que cada um de nós carrega desertos
silenciados. “O outro sou eu também.”
Afinal, o que conta mesmo é “o que se é e com quem partilha.”
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